MELHOR DE STANISLAW PONTE PRETA, O

Porto, Sergio
JOSE OLYMPIO

59,90

Sob encomenda
11 dias


Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; ms o-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400 ;} Escrevendo num momento em que a crônica atingia provavelmente o ponto mais alto na imprensa brasileira, Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto, marcou sua presença pela capacidade, poucas vezes igualada, de se comunicar com todas as c amadas de leitores, dos apressados aos mais reflexivos. Observador meticuloso da realidade imediata, sabia revelar, com ironia e extraordinário senso crítico, as deformações de comportamento impostas aos indivíduos e aos grupos humanos pelas condiçõ es de uma vida urbana que, sobretudo no Rio de Janeiro, começava a importar e absorver atitudes das modernas sociedades de consumo. Pode-se mesmo dizer que Stanislaw Ponte Preta é o cronista por excelência das primeiras manifestações desse período de transição, que ainda acontece, na vida carioca. Daí a atualidade destas crônicas, que conservam todo o viço e continuam a ser lidas com prazer e interesse. Por outro lado, a narrativa ágil, incisiva e renovada por uma linguagem coloquial é a marca d o escritor que, lidando com o cotidiano, transcendeu os limites do circunstancial e construiu uma obra duradoura. Da organização de O melhor de Stanislaw Ponte Preta incumbiu-se o crítico Valdemar Cavalcanti, que foi buscar nos sete volumes publicado s em vida pelo autor o que lhe pareceu mais representativo da numerosa produção deixada pelo cronista. Esta coletânea, que ainda conta com ilustrações assinadas por jaguar, traz uma seleção criteriosa que procura fazer justiça ao espírito irreverente e ao senso de humor do criador de Tia Zulmira, Primo Altamirando, Rosamundo e outros tipos que marcaram época na imprensa brasileira.