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MÉTODO E ARTE - URBANIZAÇÃO E FORMAÇÃO TERRITORIAL NA CAPITANIA DE SÃO PAULO, 1765-1811
FERNANDA, DERNTL
ALAMEDA
94,00
Estoque: 3
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Observando o processo de criação e estabelecimento de novas vilas e povoações, este trabalho acompanha a elaboração de uma política no campo da urbanização levada a cabo na capitania de São Paulo entre os anos de 1765 e 1811.
No urbano, mesmo quan do há projeto, a sua materialização é sempre um processo. Este trabalho assume de maneira inequívoca a apresentação dos processos de criação urbana na sua dimensão mais abrangente, que é a da própria história. Mas não se trata da mera narrativa crono lógica da criação das vilas e povoação. Ao contrário, a intenção declarada da autora é questionar sobre os procedimentos e métodos, sobre como se deu o processo, em que circunstância, com que agentes, com que meios, com que resistência, com que confl itos. E muito houve. Como bem disse o próprio Morgado de Mateus: “Não há coisa tão dificultosa de conseguir e que necessite de tanto trabalho e paciência como é povoar e fundar estabelecimentos”.
O trabalho de Maria Fernanda Derntl começa com a le itura do quadro mais amplo dos territórios do império português e do papel desempenhado pelas cidades e pelo urbanismo. Este livro segue abordagem dos territórios da capitania de São Paulo, que já no título enfrenta a questão primordial do também pro cesso de reestruturação da capitania restaurada em 1765, vendo nesse contexto o papel fundamental desempenhado pelas frentes de urbanização que efetivamente redesenham o seu território.
Renata Klautau Araújo, Universidade do Algarve
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Sobre a autora: Maria Fernanda Dorntl é doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB).
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