Fantásticas - Volume I

Théophile; Sacher-Masoch, Leopold von
EDITORA ERCOLANO

66,50

Estoque: 11

SOBRE O LIVRO Primeiro volume da antologia Fantásticas reúne narrativas de ficção cujo tema é a representação sobrenatural da mulher e seu fascínio. As histórias apresentam personagens femininas, por vezes sobre-humanas ou dotadas de p oderes sobrenaturais. São mulheres envolventes, não necessariamente representadas como femmes fatales, mas que exercem seu poder de atração sobre os homens. Através de elementos da aventura e do terror, as histórias ressaltam importantes qu estões psicanalíticas e refletem sobre o corpo pétreo (mas também níveo e brônzeo) da mulher, muito explorado por escritores e psicanalistas homens. Os textos críticos sobre o assunto, escritos sobre mulheres, no entanto, são raros. Por isso, bu scando ressignificar a representação feminina, os dois volumes apresentam textos introdutórios de autoria de duas psicanalistas. Fantásticas – Volume I conta com prefácio de Luciana Saddi. No texto, ela discute os desdobramentos psicanalíticos e a importância das três narrativas que compõem o livro para a psicanálise:  “Arria Marcella” (1852), de Théophile Gautier, “Os mortos são insaciáveis” (1875), de Leopold von Sacher-Masoch e “Estátua de neve” (1890), de Maria Bormann. O livro apresenta traduções inéditas diretamente dos idiomas originais. A obra “Arria Marcella”, do francês, é traduzida por Régis Mikail, e  “Os mortos são insaciáveis”, do alemão, por Karina Jannini. - SINOPSE Fantásticas – Volume I reúne três narrativas. “Arria Marcella” (1852), de Théophile Gautier, tem como pano de fundo os escavamentos na região de Pompeia. Ali, o romântico e sonhador Octavien acaba distanciando-se de seus colegas e, numa espécie de d elírio, vê a paisagem se transformar Pompeia do século I, às vésperas da erupção do Vesúvio. “Os mortos são insaciáveis” (1875), do escritor austríaco Leopold von Sacher-Masoch, conta a história de um simpático rapaz que, em uma reunião familiar , toma conhecimento de uma lenda sobre certa estátua que costuma ganhar vida num castelo da região. Intrigado, ele resolve procurá-la e é levado à perdição pelo corpo daquela mulher de mármore. Maria Bormann, que escrevia sob o pseudônimo de Dél ia, precursora da literatura feminina brasileira, encerra o volume com o conto “Estátua de neve” (1890). Carmem é a protagonista da narrativa e, assim como a personagem-título do famoso conto de Prosper Mérimée, é uma mulher que goza de aut