PANTANEIRA: PANTANAL E RIO PARAGUAI

EWALDO, SCHLEDER
KOTTER

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REPORTAGEM-POEMA De uma natureza atemporal “Meu quintal é maior do que o mundo. Sou um apanhador de desperdícios: Amo os restos” – Manoel de Barros A palavra Paraguai (Paragua-y) remete à vertente guarani, que também é língua oficial de sse tão próximo e tão distante país vizinho. Assim como Asunción, Concepción, Encarnación, Vallemí – todas às margens do grande rio – trazem à memória os colonizadores espanhóis. Mas o Paraguai nação é mais. Tem gente que se impressiona com Ciudad de l Este, na fronteira com o Brasil, em Foz do Iguaçu. Lugar de intenso comércio de bugigangas e de novidades eletroeletrônicas, moda, esporte, utilidades, inutilidades também. Transeuntes locais formam a paisagem humana de origem árabe e chinesa, as p redominantes. Isto além do mosaico das presenças guarani e de outras diversas procedências: ameríndios, brancos europeus, amarelos. Ali se negociam armas, drogas, escravas sexuais, órgãos humanos. A lei passa longe dali. Porém, o rio Paraguai que tra tamos aqui é do outro lado do mapa. Dele nos separamos no porto de Asunción. Estuário que percorremos desde suas nascentes próximas a Cuiabá, em diferentes pegadas, de 1976 a 1984. Ewaldo Schleder Manifesto Pantanal Milhares de vidas de ani mais e plantas foram perdidas. Comunidades tradicionais tiveram que abandonar seus territórios. Não podemos permitir que a destruição de uma biodiversidade tão fundamental ao equilíbrio da vida continue desenfreada. Por isso, organiza ções da sociedade civil e artistas lançam o MANIFESTO #AJUDAPANTANAL. O futuro do bioma depende de cada um de nós. ajudapantanal.org.br Ouça também no site a canção Eu Quero Ver