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LARANJAS
JOHN, MCPHEE
FOSFORO
79,90
Sob encomenda 10 dias
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Neste clássico do jornalismo literário publicado na revista The New Yorker em 1966, o repórter estadunidense John McPhee nos inunda em inventividade e estilo ao se debruçar sobre uma das frutas mais presentes do nosso coti diano: a laranja. Pela primeira vez publicado no Brasil, em tradução de Marilene Felinto, este ensaio mostra que, nas mãos de um escritor atento e curioso, o assunto mais trivial pode se transformar em uma investigaç&atild e;o divertida e refinada. Numa mistura de curiosidades botânicas, anedotas históricas e relatos de pequenos e grandes produtores, o autor nos guia em uma viagem de redescoberta dos cítricos, apresentando o trajeto de migraç ão das frutas desde o Oriente, a profusão de variedades ao redor do mundo, as particularidades do plantio e o percurso até se tornarem produtos de grande impacto econômico na indústria moderna.
Entre voos sobre vast as plantações e caminhadas em meio a laranjeiras da Flórida, McPhee entrevista pessoas que vivem em função das laranjas. São pesquisadores que se dedicam à cor, ao sabor, aos males e ao cultivo das fru tas; colhedores que enchem dezenas de cestas por dia; e proprietários de terra cuja maior preocupação está em evitar que seus pomares sejam acometidos por uma doença altamente destrutiva, a tristeza dos citros.
Com eles, aprendemos por que algumas laranjas são verdes ou como é possível que uma laranja brote de um pé de limão, e mais uma série deliciosa de fatos escondidos bem na nossa fruteira. Descobrimos ainda que os pomos de ouro roubados por Hércules eram laranjas, e que elas marcam presença nas tapeçarias em Versalhes e até na mesa da Última Ceia em diversas pinturas renascentistas.
  ; Ao descascarmos esse universo, não só começamos a enxergar o que antes estava invisível, como também nos lembramos de laranjas em vários âmbitos da nossa cultura, desde a rua d as Laranjeiras onde morou Machado de Assis ao pé de laranja-lima do clássico brasileiro de José Mauro de Vasconcelos. Laranjas é, assim, uma narrativa cativante que transborda em liberdade criativa, comprovando que as melh
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