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A carne
Montero, Rosa
TODAVIA EDITORA S/A
84,90
Sob encomenda 11 dias
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Neste romance profundo, erótico e irresistível, Rosa Montero fala da passagem do tempo, do medo da morte e do fracasso — mas também da esperança. Um hino à necessidade de amar e da gloriosa tirania do sexo.
"No fim, tudo acabava desembocando no amor . E no sofrimento." Soledad contrata um gigolô para acompanhá-la à ópera e provocar ciúmes no amante que a abandonou. Mas, na saída, um acontecimento inesperado e violento vira subitamente o jogo e marca o início de uma relação turva, vulcânica e não desprovida de perigos. Ela tem 60 anos; o jovem, 32. Soledad se rebela contra o destino com raiva e desespero — e também com humor —, e o relato de sua aventura se entrelaça às histórias dos escritores malditos da exposição que ela prepara para a Biblioteca Nacional de Madri. Escrito com a mesma habilidade, mão graciosa e inteligência profunda e penetrante de livros como A louca da casa e O perigo de estar lúcida, A carne é um romance ousado e cheio de surpresas, além de ser um dos textos mais livres e pessoais de Rosa Montero. Sua trama comovente fala da passagem do tempo, do medo da morte, do fracasso e da esperança, da necessidade de amar e da importância de uma vida sexual ativa. Tudo isso vem a reboque num estilo alegremente lúci do, cruel e de uma ironia revigorante. "Ela havia chegado àquela idade em que sua biografia era irreversível. Não podia mais ser outra coisa, não podia mais fazer outra coisa da vida. Ah, se ela soubesse que iria envelhecer e morrer, teria vivido de outra maneira. Mas, antes, ela não sabia. Quer dizer, nunca soube assim, desse jeito tão verdadeiro e irremediável. E agora era tarde demais." Com esta espécie de thriller emocional cheio de frescor, a escritora espanhola examina, com sensibilidade a guda e irônica, os sentimentos de uma sedutora impenitente às voltas com a inexorabilidade da vida.
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