A Cordeirinha

Rose, Lucy
DARKSIDE

99,90

Sob encomenda
7 dias


Uma contundente história de horror gótico sobre maternidade, fúria feminina, relações queer e canibalismo Margot e sua mãe, Ruth, vivem sozinhas em uma casa localizada na área rural de uma pequena cidade na Inglaterra. Quando Margot não está na escol a, elas passam dias tranquilos juntas em sua cabana, esperando que estranhos batam à sua porta. Sua mãe os chama de errantes, pessoas que se perderam pelo caminho. Ruth adora os errantes. Ela lhes oferece vinho, os mantém aquecidos, então, satisfaz s eu apetite voraz desmembrando seus corpos e preparando saborosas refeições familiares com eles. Mas o desejo de Ruth às vezes é mais forte do que sua fome, e quando uma bela errante de dentes brancos chamada Eden surge em meio a uma tempestade de nev e, essa mulher misteriosa e sedutora acaba alterando as relações naquele insólito lar. A relação de cumplicidade entre a pequena Margot e sua mãe sofre um abalo, e a criança precisa enfrentar as mudanças na bizarra dinâmica de sua família. Agora, ela se vê com cada vez menos espaço e atenção, enquanto tenta desvendar seus próprios impulsos e anseios e lutar por sua liberdade. A Cordeirinha, romance de estreia de Lucy Rose, é uma visceral história de terror queer. Rose começou sua carreira produz indo curtas-metragens, e seu livro, publicado originalmente em 2025, rapidamente tornou-se um best-seller do Sunday Times. Repleto de alusões ao folclore, à mitologia e aos clássicos, A Cordeirinha foi recomendado para fãs de Angela Carter e Margaret Atwood, e muitas vezes comparado aos contos dos irmãos Grimm. Escrito a partir da perspectiva da pequena Margot, a linguagem aparentemente simples do romance é habilmente empregada para construir uma poderosa narrativa que lida com temas muito debat idos na atualidade, como o bullying, a solidão e o abuso infantil e os gêneros sexuais fluidos. Com esta narrativa gótica sobre o amadurecimento, Lucy Rose aborda como as mulheres muitas vezes precisam engolir a raiva, o desejo e os instintos animais para sobreviver. E demonstra, de forma corajosa e perturbadora, como as relações de sangue podem ser sanguinolentas.