Denegrindo Ela

Luana Génot
ALTO ASTRAL

64,90

Sob encomenda
11 dias


Quando Luana Génot foi convidada para ser colunista da Revista Ela, do jornal OGLOBO, não apenas ocupou um espaço de prestígio: ela o denegriu. Denegriu no sentido de tornar negro, enegrecendo a revista com crônicas que servem como denúncia, mas tamb ém como acolhimento. Ela expôs o racismo estrutural, celebrou o feminismo plural e deu voz à luta das mulheres — das grandes batalhas às pequenas lutas cotidianas. Denegrindo Ela é a reunião desses textos, um mosaico de reflexões que nasce do encontr o entre experiência pessoal, ativismo e literatura, e que mostra que o cotidiano não só pode, mas deve, ser resistência. “Em Denegrindo Ela, o desejo de encurtar horizontes, diluir fronteiras e semear caminhos nasce das inquietações [de Luana] como c omunicadora. O próprio título da obra, que para mentes desavisadas poderia soar como ruído, ganha um novo sentido com Luana: denegrir deixa de ser o ato de desqualificar para se tornar um convite revolucionário.” — Maju Coutinho, jornalista e apresen tadora “[Luana é] uma mulher provocadora e doce ao mesmo tempo. Que está disposta a ouvir e que tem muitos argumentos para embasar a luta contra o racismo e pela igualdade racial. […] E o que você vai ler nesse livro é um retrato duro, emocionante, p or vezes divertido desses nossos dias. […].” — Fátima Bernardes, jornalista e apresentadora “Luana Génot faz o que poucos escritores conseguem: transforma o cotidiano em argumento e o argumento em afeto. Denegrindo Ela é um livro de crônicas que age como espelho e como janela. A depender de quem olha.” — Michel Alcoforado, antropólogo e autor do best-seller Coisa de Rico “Depois de quase seis décadas sendo escrita apenas por brancos, a revista feminina do jornal OGLOBO precisava mudar. Convidar Luana Génot a “denegrir Ela” foi o início desta mudança. Ler suas colunas ao longo desses sete anos emociona e pavimenta uma transformação mais do que necessária, urgente.” — Marina Caruso, editora-chefe da Revista Ela “Luana sabe que gerar tensionam ento é inevitável diante das urgentes mudanças que o Brasil precisa promover na construção de igualdades. Mas o faz com sofisticação, cuidado e consistência, a fim de criar novas pontes num mundo ensimesmado em bolhas. Através de um dos termos discri minatórios mais naturalizados no país, inverte lógicas e põe a gente pra pensar. Pensar para transformar, a partir de novos sentidos e ideias.” — Aline Midlej, jornalista e escritora